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Óleo Essencial de Melaleuca (Tea Tree) - Quinarí - Frasco com 10ml - Mundo dos Óleos

Óleo Essencial de Melaleuca (Tea Tree) - Quinarí - Frasco com 10ml

Fornecedor
Quinarí
Preço normal
R$ 58.90
Preço promocional
R$ 58.90

Tea Tree (Melaleuca)

tea tree (Melaleuca alternifolia), ou apenas melaleuca, é uma pequena árvore nativa da Austrália que se assemelha ao cipreste. Encontrada em áreas pantanosas, pode crescer até 6 metros de altura e possui grande vitalidade, pois continua a florescer mesmo quando derrubada; estando pronta para o corte após dois anos. Na Austrália, vem sendo utilizada há séculos; primeiro pelos aborígenes, no tratamento de diversos problemas de pele, e, agora pelos médicos (australianos). Durante a Segunda Guerra Mundial, inclusive, o tea tree foi incluído nos kits militares de primeiros socorros e em fábricas de munição para tratar de ferimentos dos soldados daquele país. Em 1927, a árvore chegou a Europa, e, logo em seguida, despertou a atenção da população por conta de suas propriedades; em especial antissépticas. Pouco tempo depois, estudos na Austrália, Estados Unidos e França comprovaram a sua eficiência terapêutica, momento em que o tea tree – bem como seu óleo essencial – passou a ser utilizado em massa para os mais diversos fins.

Óleo Essencial de Tea Tree (Melaleuca)

óleo essencial de tea tree (melaleuca) é um líquido amarelado, de odor característico, extraído por arraste de vapor das folhas e ramos terminais desta planta. Seu rendimento médio é de 1 – 2% em óleo, e, para a extração, costuma-se picotar os galhos e folhas com o intuito de compactar a biomassa. De acordo com a ISO 4730-2004, o óleo deve apresentar mais de 30% de terpinen-4-ol, menos de 15% de 1.8-cineol, entre 10 a 28% de gama-terpineno e 0,5 a 12% de p-cimeno. Suas excelentes propriedades antivirais e germicidas são úteis no tratamento de infecções repetitivas e da fraqueza decorrentes de viroses. Também age como revigorante nos períodos de convalescência. Por suas propriedades fungicidas, ajuda a tratar inflamações vaginais causadas por fungos, além de ser útil no tratamento de infecções genitais em geral. Também é um anti-séptico do aparelho urinário, que alivia problemas como a cistite. Em outro estudo, o óleo essencial de tea tree (melaleuca) demonstrou grande eficácia (em torno de 65%) no tratamento contra a acne, e o melhor, sem causar quaisquer irritações na pele pelo seu uso (diluído). Isto ocorre porque o terpinen-4-ol causa um verdadeiro colapso no fluxo de íons das membranas que revestem as bactérias Propionibacterium acnes, as grandes responsáveis pelo surgimento da acne, levando-as a morte.

Aromaterapia

O uso dos óleos essenciais para fins medicinais é conhecido desde a remota antiguidade. Há registros pictóricos de seis mil anos atrás, entre os egípcios, de práticas religiosas associadas à cura de males através destes óleos. De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, os óleos essenciais estão no domínio público por mais de 100 anos e atualmente cerca de 400 óleos são empregados na fabricação de cosméticosprodutos farmacêuticosalimentosbebidasmateriais de limpeza e na indústria dos perfumes. Destes, cerca de 100 óleos essenciais são regularmente empregados na aromaterapia contemporânea. A aromaterapia, conforme Jane Buckle (2014) em “Clinical Aromatherapy”, é uma terapia multifacetada que visa proporcionar bem-estar e/ou a cura de enfermidades por meio da utilização dos óleos essenciais.

A palavra “aromaterapia” foi criada por René-Maurice Gattefossé, um engenheiro químico formado pela Universidade de Lyon e um dos primeiros estudiosos das propriedades terapêuticas dos óleos essenciais. Ela apareceu pela primeira vez na edição de dezembro de 1935 na revista “L’Parfumarie Moderne”, a qual também nomeou uma coluna de artigos escritos por Gattefossé ao longo de 1936. Em seguida, o termo “aromaterapia” foi também bastante utilizado por Marguerite Maury (1961), uma enfermeira, e por Jean Valnet (1976), um médico, que contribuíram imensamente para o avanço (e popularidade) da aromaterapia clínica, demonstrando a sua eficácia no tratamento de várias moléstias. De lá para cá, a aromaterapia se encorpou e ganhou respaldo técnico-científico. Atualmente, ela é bastante popular na Europa, em especial na França e Inglaterra, e vem ganhando cada vez mais adeptos em todas as partes do mundo.